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20/11/2013 às 19:22:17 atualizada às 19:55:52

Documento NaTelinha entrevista Analice Salles, da Record Bahia

NaTelinha acompanha o "Verdade do Povo" e conversa com a jornalista
Por Gabriel Vaquer
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Documento NaTelinha entrevista Analice Salles, da Record Bahia Divulgação

O "Documento NaTelinha" volta a ser destaque, mostrando os bastidores dos programas locais pelo Brasil. No último mês de outubro, uma dança das cadeiras movimentou a televisão baiana. E o NaTelinha, atendendo a pedidos, voltou a Salvador e entrevistou os dois protagonistas dessas mudanças: Analice Salles e Silvio Mendes.

Se uma palavra pode definir atualmente a apresentadora e jornalista Analice Salles, ela é felicidade. A “lôra do povo”, como é conhecida na Bahia, estreou há cerca de 20 dias o “Verdade do Povo”, programa popular na Record Bahia.

É a segunda vez que entrevisto Analice, que me recebe com o sorriso e com um comentário: “Você cresceu, hein?”. Durante a atração, a loira demonstra que está mais brincalhona, deixando de lado uma Analice mais sisuda e brava que aparecia no “Na Mira”, que ela comandou por 3 anos e 6 messes na TV Aratu/SBT. Além disso, já demonstra estar entrosada com sua equipe e com a estrutura da Record.

Analice ficou conhecida na internet por participar do documentário inglês “The Greatest Programs of the World”, onde apareceu como a primeira e única mulher a apresentar um programa policial no Brasil.

Em uma entrevista exclusiva que me concede após a atração, Analice fala da mudança de canal, da sua entrada no “Cidade Alerta”, e do documentário que mudou sua vida: “Depois do sucesso desse documentário, São Paulo me chamou para vir para cá”, diz a loira.

Confira a entrevista na íntegra:

NaTelinha - Tudo bem, Analice?

Analice -
Tudo ótimo!

NaTelinha - Queria que você falasse não da mudança, mas desde o convite para vir para cá, até o acerto final, porque eu vi o seu último “Na Mira” e você estava triste.

Analice -
Bem endosado. É porque eu fiz uma família ali. Eu sou assim, tudo que eu faço, eu abraço com todo amor e carinho. Você é jovem e eu tenho certeza que quando você sai da empresa por onde você passou, você quer deixar coisas boas e deixar sempre as portas abertas. Quando eu recebi o convite, eu fiquei muito feliz, porque é muito gostoso ter uma proposta e ir para outro lugar.

E você, ao mesmo tempo, fica pensando nas mudanças, em ver pessoas novas, e deixar para trás aquilo que vivi, o “Na Mira”, 3 anos e tantos meses, aquela coisa. Naquele momento, eu não tinha uma resposta definitiva, mas o meu público me entendeu e viu que eu fiquei com o coraçãozinho apertado, mas tenha certeza que, vivendo aqui, tenha absoluta certeza, que eu fiz uma decisão acertada.
 


NaTelinha - Sobre o programa, como é que você participou da montagem dele?

Analice -
Desde o início. Do nome, desde bordões que são meus, coisas que nós mudamos, novos personagens, criação, aqui temos carta branca pra participar, toda a equipe discutindo, preparada a sempre dar ouvidos e pra apoiar, e também pra dizer ‘não, vamos com calma, vamos assim, pra dosar’, uma equipe muito unida, muito integrada pra levar o melhor conteúdo ao final do programa. E temos uma coisa que me chama a atenção e que é gostoso, você sabe disso, é a tecnologia.

Hoje você assiste o programa e ao vivo, com um helicóptero, você vê toda a situação, você tem um repórter no ar, na terra, você tem vários pontos ao mesmo tempo, e algumas vezes cai tudo por terra. Você tem várias matérias preparadas e só aquilo ficou, porque rendeu e é automático. E isso é gostoso, porque você faz um programa legal e com aquilo você já galgava uma coisa boa, o meu nome a crescer pela popularidade e pela credibilidade também, e você ter isso, ter uma estrutura para trabalhar, é gostoso demais.


NaTelinha - Eu vi agora e percebi que seu estilo não mudou muito. Você está mais brincalhona e até dançou funk no programa.... (risos)

Analice -
Eu dançava arrocha antigamente, lembra?


NaTelinha - Sim, lembro! (risos) Sobre o estilo, você já é acostumada com críticas, mas você sabe que aqui na Record tem outros apresentadores populares, como Varela e o José Eduardo e eles recebem reclamações a todo o momento. Você acha que as críticas vão crescer, vão diminuir?

Analice -
Não, sempre pelo meu trabalho, as críticas que eu tive, até como eu te falei na primeira entrevista, sempre foram bem pontuadas. Não tem como se agradar a todo mundo, né? Mas eu nunca recebi coisas de colocar na Justiça, nunca teve essa coisa de me alarmar. Não sou uma apresentadora que fala besteira no programa, utilizo os argumentos com embasamento, tento fazer o melhor e, como você falou,  sobre estar mais feliz, alegre, engraçada, era isso que eles queriam fazer ressurgir em mim, porque às vezes eu tinha muito essa coisa sisuda lá no “Na Mira” e eles falaram que me queriam como no início do programa, aquela pegada mais light, nós podemos fazer isso.

E teve toda uma direção pra mudar o perfil, com a mesma pegada, mas alegre e descontraída. Eu já sou por natureza, porque você já me conhece, e fazer um programa desse, é difícil, mas eu tenho que fazer com o meu estilo, nada forçado. Você já me conhece, eu sou feliz, mas quando tem que mostrar uma situação difícil, eu mostro, como deve ser, se dá pra brincar com a situação, se tem algo engraçado em uma matéria, eu brinco mesmo, e tento levar do meu estilo, entendeu? Então, você vai me ver dançando funk, dançando arocha, sou ousada! (risos)

E a crítica pra mim, até agora, tem sido bem pontuada. Nessa primeira semana, eu estou muito feliz pelo resultado nesse horário novíssimo, que não tinha na casa, então a divulgação foi muito rápida, aquele descanso entre a contratação e a estreia logo de cara não teve, não queriam isso, falaram que queriam aqui e agora, nesse momento, o público vai gostar desse horário no horário de verão, a casa precisando de um programa desse, então abracei com todo amor e carinho, e tai o resultado: hoje fui vice-líder isolado. E não teve cantor que desse certo! (risos) Estou muito feliz!

Nota: neste dia, o concorrente do “Verdade do Povo”, “Que Venha o Povo” da TV Aratu/SBT, recebeu a cantora Ivete Sangalo.


NaTelinha - Você tinha uma birra com o José Eduardo. Na verdade, não sei se é birra, atrito, não sei se a palavra é essa...

Analice -
É, eu também não digo briga e atrito...


NaTelinha - Você já encontrou com ele por aqui?

Analice -
Ainda não, por falta de oportunidade mesmo, já que os horários não batem. Eu saio, estou fazendo como correspondente no “Cidade Alerta” com o Marcelo Rezende, então algumas vezes eu volto pra casa, faço algumas coisas, vou pra faculdade (Analice está estudando Direito), resolvo algumas coisinhas e volto para cá, então, o horário não se bate mesmo. Mas tenho certeza que até onde eu sei, ele é uma pessoa educada, não vai ter problema algum em me cumprimentar, falar e conversar.

E nós nunca brigamos, acho que a palavra não é essa, como você disse. Foi só um posicionamento em um período, acredito que ele tenha a visão dele ainda, eu tenho o meu, não sei se o dele mudou. Minha opinião é minha, eu sou formadora de opinião, dei a minha opinião, mas nunca briguei com ele, né? Brigar é você discutir e tal, e pelo que você me conhece, não tenho inimigos e brigas, não sou briguenta, graças a Deus.



NaTelinha - Sobre os seus concorrentes, que é o “Encontro com Fátima Bernardes” na Globo e o “Que Venha o Povo” na TV Aratu/SBT, o que você acha sobre eles e o que você pretende pro futuro?

Analice -
Então, ainda tô pegando esse rebento, vendo o que está dando certo e o que não. Graças a Deus, tem dado tudo certo (risos). Meus concorrentes, respeito todos eles, Fátima é ótima, Casemiro, meu Deus, foi ele que me colocou na TV, e abraçar um horário desse é incrível, estou muito feliz com o crescimento. Eu estou super tranquila, mostrando o meu, você vai ver aí o crescimento, tanto para a Record Bahia, como no meu horário.


NaTelinha - Você já pensou como vai ser sua reação se você for líder?

Analice -
Ah, mesmo sendo líder ou não, a minha cara para apresentar é a mesma, a felicidade de estar nessa posição é a mesma, de fazer um trabalho melhor é a mesma. Mas o que eu fico feliz em ser líder em um programa que é local, é que o telespectador quer se ver, quer ver o que está acontecendo na sua cidade, no seu estado, entendeu? Então ele está valorizando a programação local, e eu fico feliz em fazer parte disso. Então um programa que está aí, audiência está sempre crescente, alcançando ótima audiência, sendo líder. Se eu não me engano, ficamos perto, empate técnico com a primeira colocada, na sexta ou na segunda, então quer dizer, o encontro está sendo comigo, às 11 da manhã, no “Verdade do Povo”! (risos)


NaTelinha - Bom, três anos de “Na Mira”...

Analice -
E de março até outubro, foram quase sete meses...


NaTelinha - Exatamente.

Analice -
Ah, foi um filho que eu tive que criar, fazer do meu estilo, né? Passando por todos os sufocos, ouvindo críticas, preconceitos por ser mulher, você sabe bem disso. Mas eu consegui criar o meu estilo, o meu nome, mas eu sempre ouvi que ninguém é insubstituível, mas isso mexe nas primeiras semanas, da mudança. Até pro meu público mesmo, que falava: “Olha, você tá indo pra Record, mas vai fazer o que?”. E tem o pouco tempo, quarenta e cinco minutos, estamos nos adaptando, horário de verão, eu tenho que me adequar como está.

Mas assim, para a emissora, para a casa, esse primeiro horário que antes não tinha, esse poder de você ter a programação local, estão acho que estamos extremamente satisfeitos, tanto eu como a emissora, mas eu tenho meus amigos lá, continuo com os meus colegas, a vida segue pra lá, a minha segue pra cá.


NaTelinha - Mudando de assunto, eu vi o documentário...

Analice -
Gostou?


NaTelinha - Gostei, sim. E você, o que achou dele? Acha que teve algum tipo de preconceito com a televisão brasileira?

Analice -
Ah, é que não é questão de preconceito. É, né? Você hoje liga a televisão, se você não tem um programa de culinária, você tem um programa policial, se não tem um policial, você tem um de entretenimento. E o entretenimento é o que? Bunda. Isso é fato. Então, o que chamou a atenção e por isso que ela me procurou, porque ela disse que eu era do meio feminino, pelo o que ela viu, tirando as novelas, é diferente uma mulher apresentar um programa desse, extremamente pesado, violento, ela participou ao vivo e viu como isso funciona e tal. No meu programa, eu não uso nem peitão, nem bundão, apesar de ter (risos). Corta pra 18 é comigo mesmo! (risos)

Mas falando sério, não precisa disso pra chegar a audiência, pra você ser líder. Mas compreendo e respeito um programa daquele estilo. Se é daquele estilo, é daquela maneira, tem que ser. E tem público pra isso, tem meio, tem mercado, tem mulheres que fazem aquilo, querem trabalhar, de ser assistente de palco, de ficar seminua, é a felicidade e o sonho da pessoa. Eu sou a pessoa pra estragar isso? De forma nenhuma. Ela falou também que ganha-se dinheiro com aquilo, ou seja, segundo ela, estou rica, milionária! (risos) Não é tanto assim, mas é que lá é outro meio, outra realidade.

Aqui a pessoa é assassinada no supermercado como mostramos no programa hoje, ela ficou chocada. E o dia em que ela acompanhou foi trash, foi bem pesado, trash mesmo. Ela ficou chocada com os dados que eu passei pra ela e quando disse que fui ameaçada de morte também. Mas eu gostei de fazer parte, porque eu fui uma pessoa diferenciada naquele contexto. E foi após esse documentário, que São Paulo me chamou para vir para a Record Bahia. Olha que bênção? (risos)



NaTelinha - Falando na ameaça, como era o nome do bandido mesmo?

Analice -
Babalu, que hoje está preso.


NaTelinha - Você ainda tem medo?

Analice -
Não, já me perguntaram isso, muita gente me pergunta, mas não tenho medo. Não tem que dar ousadia pra bandido não.


NaTelinha - Você perdeu o medo?

Analice -
Não, quem perde medo, menino?


NaTelinha - Mas você está um pouco mais tranquila por ele estar preso?

Analice -
Não, porque hoje com internet, celular, ele trabalha da mesma maneira. Você sabe, né? Infelizmente, na Bahia, no nosso estado, não sei se você acompanha, é celulares e mais celulares, é preso posando comendo lasanha, se tatuando. Na época, eu fui a primeira que repercutiu, que mostrou mesmo, falei sobre a situação do presídio, então você sabe que preso ou não, ele vai mandar, mas pelo menos a sociedade entende que ele está lá dentro, não está mais na sua vizinhança, mas ele continua trabalhando, é um circulo vicioso, é um sistema que não funciona, mas eu tento fazer o meu, fazer o meu melhor, o meu trabalho, não tenho esse temor.

Eu sei que sou uma pessoa digna, construí minha vida com tanta dignidade, entendeu? Eu gosto de preservar a minha vida, o meu bem estar, com todo o fervor, com amor. Eu tenho um temor, que às vezes encanta meus colegas. Eu tenho medo de virar uma pessoa amarga, triste, mas graças a Deus, eu não perdi a alegria. Não me deixo fraquejar. Ficar triste porque tá ameaçando você? Que nada, sou mais eu, tenho Deus no coração, não é?


NaTelinha - Bom, e o “Cidade Alerta”. Como é que é?

Analice -
Diga você! (risos)


NaTelinha - Eu? Ah, eu ri! E fiquei sem reação!

Analice -
Você esperava?


NaTelinha - Não, eu não esperava que você fosse sair da Aratu, quanto mais ir pro “Cidade Alerta”. (risos) Eu esperava que você fosse fazer um programa local e fosse ficar no programa local, mas eu fiquei feliz. Eu imaginei que você fosse fazer parte, porque dizem que o Rezende gostava de você, ele viu teu programa e tal. Mas pra você, como tem sido?

Analice -
Ah, maravilhoso, a repercussão é incrível. É engraçado, porque as pessoas estão vendo a matéria aqui, no local, mas quando veem no nacional, mesmo quando eu falo de tristeza, de morte, de violência, que é assim o programa “Cidade Alerta”, não é de culinária, né? Então, mesmo quando é algo triste, o público fica feliz quando vê alguém daqui. Diz ‘olha ela ali, a loira” e tal, mas é muito bacana por ter sido bem recebida pelo público, o Ibope está aí pra mostrar, e tá sendo muito gostoso, porque a repercussão está sendo imediata com o pessoal de São Paulo também, por ser diferente, tenho minha galinha, a Doroty. (risos)


NaTelinha - E essa história de você ser a irmã da Fabíola Gadelha ficou bem engraçado. E o pior que vocês parecem mesmo...

Analice -
Mas não é em função disso, é porque as matérias que ela faz e que eu fazia, hoje não faço mais, mas ela continua fazendo, ela joga duro. Ele já viu meu programa como é que é, mas ele falou que é por causa da risada, que é engraçada, pelo olho puxado que é igual, e por esse estilo de entrevistar, de encarar o bandido, cara a cara. A Fabíola tem um programa não policial lá, mais de bancada, mais tradicional, mas quando ela faz reportagem assim, ela joga duro.

É a mulher, mais uma vez, em destaque, não é? E é isso que eu acho bacana em Marcelo Rezende, é essa família que ele está formando, esse leque de profissionais novos, jovens e mulheres também. Tem homem também, obvio, mas esse leque de mulheres na área policial. Isso é muito bacana. E é uma tendência, você vê pela própria Record Bahia, quantas apresentadoras mulheres apresentam programas mais fortes, que normalmente são homens fazendo.


NaTelinha - Tem alguma coisa que você não faria na TV hoje, que não é muito a tua, que você não se sairia bem?

Analice -
Ah, eu não gosto muito dessa pergunta, porque eu não posso dizer que não vou fazer e acabo fazendo. Não sei, eu prezo muito pela minha postura, minha dignidade, não gosto de ser corrompida. Hoje eu estou onde eu estou pelo o que eu faço, pelo que eu fiz, isso chega até as pessoas, tenha absoluta certeza. Se você apronta aqui, as pessoas sabem. Então, eu sou muito tranquila em relação a isso. Eu não gosto de fazer uma coisa que me de inquietude, que me tire do meu eu, né? Que me estupre da pessoa que eu sou , que não mostre a Analice Salles como ela é, violar quem eu sou, não faria algo que não fosse alguma coisa bacana e decente. Mas trabalho, no jornalismo, fazer alguma coisa diferenciada, lógico que eu faria, mas sempre preservando Analice Salles como ela é.


NaTelinha - Pra terminar, Analice Salles por Analice Salles?

Analice -
Uma profissional, sempre fui, e feliz mais do que nunca. E receba sua galinha pulando! (risos)


Muito obrigado a Analice Salles e a assessoria de imprensa da Record Bahia pela gentileza e cordialidade.

Amanhã, você confere um novo “Documento NaTelinha”, dessa vez com uma entrevista com Silvio Mendes, apresentador do “Na Mira”, da TV Aratu/SBT! Até lá!

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Comentários
  • kelly em 04/03/2014 às 20:07:52

    Analice xinga demais.

  • M. A. J. PEIXOTO em 02/01/2014 às 08:44:00

    ANA LICE SALE exemplo de jornalismo.

  • P.M SERVIDOR PUBLICO em 02/01/2014 às 08:29:26

    (ANA LICE SALICE)O governadoe estar satisfeito com o baixo salario do policias e a falta, de apoio que os governates dao aos mesmo. Sem cumpri as pormessas feita pelo governador . (ORV). sera que so o judiciário e servidor do estado?. por que so os foncionarios na ativa tem direito a casa propia e os da reforma e rezeva nao?. Depois de por em risco a propi vida durante anos de serviço e tirado o direito de ter a casa que sonho .. Se alguns cosegurao graças a deus , se não dividao os locais de riscos com os rasgessores ,earginas. Espero que você leia e copri do governador. So queremos respeito e diginidade para uma velhice um pouco digina.Com servidor .

  • Luciano em 20/11/2013 às 21:23:53

    Concluindo... E assim, a quem interessar possa, faz com que, "O POVO" continue alienado e acreditando nestes defensores dos fracos e oprimidos...Ah! meu Deus... Como eu queria morar em uma cidade, em um país de primeiro mundo....

  • Luciano em 20/11/2013 às 21:20:07

    Moro em Salvador, e não sei o que é pior, a Record transformar (Antiga TV ITAPOAN-marcou época na Bahia, tinha programas de excelente qualidade, mesmo sendo local e não tendo toda estrutura que as redes tinha) em programas popularesco, sem qualidade, ou deste povo que dar audiência, sinto vergonha como baiano vendo estes programas proliferarem como verdadeiras pragas. Partem do principio de "quanto pior melhor" que o o "POVO" só gosta de miséria... Que lástima...Que Vergonha....

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